Depois da cor, nada mais justo que ganhar páginas em papel couchê. Para tanto, a união foi fundamental. Trabalhamos duro para fazer uma revista informativa e imparcial, que critique e elogie quando necessário. Apenas expondo e discutindo os problemas podremos alcançar patamares mais altos.
Nesta edição mostramos o que pensa e espera a geração que se forma, e que representará o Brasil nos eventos mundiais nos proximos anos.
o Brasilian Jiu-Jitsu esteve presente no Japão, com Ricardão e Bita, e no UFC, com Gurgel e Traven. O Brasil não vê a cor do cinturão desde Marcos Ruas, UFC VII.
No Rio, a Federação de Jiu-Jitsu promoveu um organizado Campeonato Estadual. E não poderíamos deixar de abordar um tema prá lá de curioso: as "orelhas de couve-flor". Esteriótico dos lutadores de Jiu-Jitsu, mostramos aqui como surgem e como evita-las. E, é claro, as orelhas mais famosas, como a da capa, que pertence à Wallid Ismail.
Mais uma vez queremos registrar nosso total apoio a "Rio 2014". ainda mais agora que o Jiu-Jitsu está oficialmente representado por Ricardo Libório.